Quase nada
Nada me nega
Nada me detem
Nada me tem
Nada me apega
Tenho nada
De nadica
De necas
Que te convém
Não me negas
Não te entregas
Não me pega
Não és refém
Não te enxergas
Não me enxerga
Se te cegas
Não me quer bem
Se não rega
Não me carrega
Que só o amor
Me diz a quem.
sábado, 18 de maio de 2013
quinta-feira, 9 de maio de 2013
quarta-feira, 8 de maio de 2013
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
domingo, 30 de setembro de 2012
À ti 36 versos castos
Tua carne albina
A noite escura
Cala e ilumina
Tua alma pura
Musa divina
Jorra ternura
Dos amores, a mina
Que a tudo cura
Vossa fresca boca
De seda vestida
Úmida doca
De fugir-me a vida
Juras de amor
Lábios de partida
Verdade calada
Nos ossos contida
Olhar esperto
Esquivo, que traga
A tudo aberto
Miragem vaga
Olhar perigo!
De me perder dentro mar
Seu colo o abrigo
Onde me encontrar
Macios seios
De cuidados fartos
Ventre de ancêios
De sadios partos
Vênus imaculada
De passagem alva
Sempre tão calada
Linda estrela- d´alva
Deusa, pétala de lis
Dime para onde corro
Um verbo! Foi por um tris
Juro que quase morro
Do silêncio que tudo diz.
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